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Espaços públicos como políticas públicas

julho 8, 2010
Vaga Viva paulistana 2009

E se todo o chão fosse verde? - Foto de @dysprosio

Já postamos aqui sobre as Vagas Vivas, que são intervenções nas ruas, que retomam o espaço urbano público perdido para os automóveis privados e os transformam, por períodos curtos de tempo, em espaços de vivência.

A ideia surgiu em São Francisco, lá em 2005 , quando um coletivo de aRtivistas chamado Rebar ocupou uma vaga na rua da cidade, colocou bancos de praça e grama e pagou o parquímetro durante todo um dia. A intenção do coletivo era repensar a cidade e como usamos os espaços públicos. Em São Francisco, por exemplo, 70% do espaço público é dedicado ao automóvel, enquanto só uma pequena fração é voltada para a população. O nome dado à instalação, Park(ing), é uma brincadeira com o infinitivo do verbo “estacionar” (parking) e a palavra Parque (park). Era um parque instantâneo e o sucesso foi tal que institui-se o Park(ing) day, um evento mundial, que acontece no dia 17 de setembro em diversas cidades, inclusive São Paulo e Rio de Janeiro. Aqui, o nome dado foi Vaga Viva, não menos  - quiçá mais – poético.

Sinta-se na vaga viva

Sinta-se na Vaga Viva - foto de @dysprosio

A sensação de estar na Vaga Viva é realmente especial. No ano passado, estive na da Padre João Manoel, e pude ver de perto como as pessoas reagem a reapropriação desse espaço. Pessoas, em horário de almoço, sentavam-se e batiam papo com desconhecido, liam o jornal do dia, comiam um lanche, tiravam o sapato para descansar os pés. Teve até uma família, pai, filha e cachorro, que chegaram de bicicleta e fizeram a festa.

Mas, como eu disse no post anterior, às vezes, uma foto ou uma ação podem mudar o mundo. E foi mais ou menos isso que aconteceu na cidade que originou o Park(ing) day. A notícia já tem mais de um mês (desculpem o atraso em postar), mas lá em São Francisco, a prefeitura está testando essa reapropriação do espaço como política pública, e pretende criar permissões para comércios criarem pequenos parques e praças permanentes em frente ao seu estabelecimento. É uma vaga a menos de carro, por sinal a mais valiosa para um café ou uma loja, mas também é um espaço a mais de vivência. Certamente mais pessoas passarão a frequentar um lugar que se torna tão mais agradável para os seres humanos. ;)

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#Ficadica: se você quer fazer sua própria vaga viva, no ano passado eu e o @dysprosio fizemos a tradução do manual da Vaga Viva da Rebar, que está disponível para download em PDF.

Em tempo: para ver mais fotos da Vaga Viva 2009, em São Paulo, acesse o álbum do João Lacerda (o @dysprosio). Aproveite e pergunte pra ele o porquê desse nick. :)

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Mudar o mundo com uma imagem

junho 9, 2010
Green Light Go - The Birth of Cycle Chic

Foto de Mikael Colville-Andersen / Zakka

São muitas as histórias de fotos que mudaram o mundo. Dizem que o movimento ambientalista nasceu da primeira foto da Terra vista do espaço, quando as pessoas começaram a entender que estávamos em um planeta só, finito e comum.

Nem sempre é possível saber exatamente como essas imagens mudaram a história. Mas nós as temos coladas “nas paredes da memória”, retratos dos diversos zeitgeists do nosso mundo. Quem não se lembra de um avião entrando na segunda torre do World Trade Center? Ou da menina correndo, nua e queimada, fugindo do estrago de uma bomba de napalm, na Guerra do Vietnã, em 1972. Temos também aquela do chinês desafiando um canhão, no Massacre da Praça da Paz Celestial, em 1989 (Tiananmen). Só neste livro são 100 dessas fotos.

Mas uma foto muito recente teve papel muito parecido no movimento por cidades mais humanas – e mais cicláveis. Leia o resto deste post »

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Ride a bike

maio 31, 2010

Simples e divertida animação do @flaviochan.

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Quando a hora do rush é happy hour

maio 21, 2010

Utretch, na Holanda, na hora do rush. Mas mais parece Happy Hour: ninguém parece estressado com o trânsito intenso. (via @carlosaranha).

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Ao vivo na Conferência Ethos 2010

maio 12, 2010

Se você ainda não segue o Quintal no Twitter, esse é o momento para começar: a cobertura da Conferência Internacional do Ethos 2010 está rolando por lá. Siga: @quintal (e aproveite para também seguir @99olhares, @InstitutoEthos, @clauchow, @veds e a Tag #CI2010.

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Conferência Ethos 2010

maio 6, 2010

99 olharesE daí que a Natura convidou alguns blogs para participar da Conferência Internacional do Instituto Ethos deste ano. Na correria de entregar meu TCC, acabei não comentando antes, mas aí está: o Quintal foi um dos escolhidos, ao lado de gente legal como o Denis Russo e a Claudia Chow (sério, é tão difícil não fazer uma piada infame cada vez que converso com ela!).

A ideia é que 99 pessoas, entre elas 11 blogueiros, compareçam ao evento, participem e tragam o debate, com seus insights, para a web.

A Conferência acontece de 11 a 14 de maio, então pode esperar que teremos alguns highlights por aqui e no Twitter. Se você ainda não segue, aproveite a oportunidade: @quintal.

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Em tempo: Leia o resto deste post »

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Confie no seu próprio caminho

abril 9, 2010

Traduzo aqui um post do Colin Beavan, também conhecido como No Impact Man.

Desde o lançamento do livro e do filme No Impact Man, tive o privilégio de conversar com muitos grupos. E alguém sempre pergunta, com muita seriadade, “o que posso fazer?”. Em outras palavras, elas querem saber “como-fazer-para-salvar-o-planeta”
“Comece”, eu respondo.

E eu faço uma pausa enquanto eles esperam ansiosamente por mais instruções.

“Se você fosse simplesmente começar, sem esperar que alguém como eu o acompanhasse, o que você faria?”, eu finalmente pergunto.

Porque, ainda que eu queira ajudar e apoiar, eu não quero que as pessoas voltem ao estado letárgico por eu ter dado instruções detalhadas que não necessitem que elas se engagem. Eu confio que meus ouvintes e leitores sejam capazes de descobrir por si mesmos muito mais do que eu confio em mim para dar ideias apropriadas a eles.

Depois que eu faço essa pergunta, há uma nova pausa.

Finalmente, eu posso dizer “Procure o caminho em você mesmo. O que você gostaria de fazer?”.

E então a pessoa pode dizer “Eu gostaria de ir trabalhar de bicicleta” ou “Eu gostaria de uma campanha contra água engarrafada” ou “Eu gostaria de fazer compostagem no meu prédio” ou “Eu gostaria de dizer para as pessoas se amarem mais”.

Então eu dou risada: “Porque você me pergunta o que você deve fazer? Comece!”

A maioria de nós já sabe.

Nós sabemos. Você sabe.

Sob o manto de preocupação e desesperança e medo de fazer a coisa errada, todos temos, imbuídos em nós, a compaixão e sabedoria.

(…)

É por isso que eu tento não dar instruções: eu não quero arriscar substituir a profunda sabedoria e compaixão de outra pessoa com minhas ideias superficiais.

Poderíamos dizer que, em muitos casos, as dificuldades em que nos encontramos está em gente demais seguindo instruções. Eu não quero dar mais instruções: não há falta de instruções.

Um dia, por exemplo, uma professora levantou a mão e disse: “Eu quero ensinar as crianças a reciclar. O que eu devo fazer?”

Mas eu não sou professor. “Você é a expert aqui, não eu. Você tem muito mais do que é necessário para ensiná-las sobre reciclagem do que eu.”

O que ela precisava, o que todos precisamos, é a habilidade de confiar em nós mesmos. Aquela professora simplesmente precisava confiar que ela era suficiente, que ela tinha o necessário para começar.

Todos já possuímos o necessário para salvar o mundo dentro de nós. É só uma questão de confiar no impulso e colocar um pé em frente ao outro sem enxergar, necessariamente, o destino a que essa caminhada nos levará.

Um budista poderia dizer “Confie no seu verdadeiro eu”. Um cristão poderia dizer “O Reino dos Céus está dentro de você”. Não há necessidade para instruções. Nós todos temos um Eu verdadeiro. Todos temos o Reino dos Céus dentro de nós.

Tantos de nós tem ideias sobre como podemos ajudar nossas comunidades ou o planeta, mas nós não começamos porque estamos esperando permissão ou instruções de outra pessoa. Mas nós não precisamos de permissão. Não precisamos de instruções.

Nós podemos achar nossos próprios caminhos.

Podemos assumir responsabilidades por nós mesmos.

Podemos simplesmente começar.

Foi assim que eu comecei. E você? Como começou? Como vai começar?

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Cidades Humanas

março 12, 2010

Posto de gasolina em Santiago (foto do @luddista)

O Apocalipse Motorizado realizou uma ótima série de posts sobre cidades humanas, contrapondo a cinzenta capital paulista a Santiago, no Chile.

Veja abaixo um trecho do primeiro post, que fala sobre como o espaço público é tratado na capital chilena.

PS. Como eu disse, estarei um pouco ausente até o fim do mês. Mas se você seguir o Twitter do @quintal, sempre coloco alguma coisa interessante por lá. Leia o resto deste post »

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E se as mudanças climáticas forem mentira?

março 8, 2010

E se for tudo mentira e nós criarmos um mundo melhor sem motivo?

Ótima sacada. Afinal, porque estamos tentando melhorar o mundo? (via No Impact Man).

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Peço desculpas pela falta de posts. Estou no últimos dias do meu TCC, e tá difícil de encontrar tempo pra escrever aqui. Mas em breve, voltaremos à programação normal.

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Carros elétricos são o futuro?

fevereiro 12, 2010
Carro elétrico na 23 de maio

23 de maio hoje. Foto do @dysprosio

Essa é São Paulo hoje. Congestionada, poluída, cheia de automóveis por todos os lados. Mas você já imaginou a Sampa de amanhã? Uma cidade em que o barulho e a poluição dos automóveis a combustão interna não existe? Onde só existem carros elétricos que não emitem poluentes no uso? Se você quer ver a Sampa dos carros elétricos, clique e leia o resto deste post. Leia o resto deste post »

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Capacete é coisa que colocaram na sua cabeça

fevereiro 4, 2010
Vitor de bike e chapéu

Foto tirada pelo João Lacerda

Eu não sei se você lê o Destak, mas na terça-feira o André Pasqualini, cicloativista e diretor do Instituto CicloBR, escreveu sobre o uso do capacete para ciclistas, em sua coluna semanal.

O texto, que vale a leitura, gerou bastante polêmica. Os ciclistas estão divididos e os motoristas morrendo de medo. E a galera do proíbe já quer legislar e obrigar ciclista a usar boné de isopor.

Resolvi me pronunciar sobre o assunto em apoio ao André. Resolvi dizer, já preparado para ouvir muita coisa, porque pedalo sem capacete na cidade. Leia o resto deste post »

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É proibido sentar

fevereiro 1, 2010
Siesta

Foto cortesia de _iBaNe_ via Flickr

Saiu em alguns jornais: é proibido deitar em bancos em 9 parques de São Paulo. Também é proibido andar de bicicleta, skate, patins. Também não valem “trajes ou atitudes atentatórias à moral e aos bons costumes”. Essa é a São Paulo que vivemos. Essa é a Sampa que não é uma cidade. Ou talvez seja, afinal pra que serve uma cidade?

Uma particularidade da ex-cidade da garoa é que, em algum nível, ela comporta todos os vícios e qualidades das cidades brasileiras. E geralmente numa escala muito maior. Nesse sentido, ela vira metonímia do país. Nesse caso específico, a referência é a forma como se lida com os  problemas no Brasil. Leia o resto deste post »

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Enquanto no Brasil só se fala em Pré-sal

janeiro 22, 2010

Photo: Aeolus

Lá fora, o que não faltam são estudos sobre energias limpas e/ou renováveis. E alguns deles resultam em fotos incríveis como essa ao lado.

Mais sobre o Brasil na contramão da história:

Remando contra a maré

Infraestrutura gera demanda

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Foto via @Treehugger.

E não se esqueça de seguir o @quintal no Twitter.

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Copenhague e o suicídio coletivo

janeiro 13, 2010

Cortesia de (very busy) ~M~, via Flickr

Primeiro, uma confissão: não acompanhei a COP15 de perto. Sinceramente, a parada é chata (é importantíssima, mas não dá pra ficar seguindo como se fosse final de Copa do Mundo). Como acontece muitas vezes, prefiro deixar esse tipo de cobertura para outras pessoas fazerem – e focar nas conexões que considero importantes. E, a verdade, é que não aconteceu muita coisa mesmo, não é? Muito Mise-en-scène e pouca resolução.

Mas o motivo desse post é outro. Leia o resto deste post »

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Vocês têm relógio, nós temos tempo

dezembro 7, 2009
O tempo

Foto de Sippeangelo, via Flickr

Ou sobre porque eu parei de usar velocímetro.

Quando, quase dois anos atrás, eu decidi que não teria mais carro, muito embora sempre tivesse paixão por automóveis, eu pensava exclusivamente em minha contribuição para o trânsito na cidade. O que eu não sabia era que, com essa decisão, recuperei também minha qualidade de vida. Se antes eu vivia pensando em como a vida seria mais fácil se tivesse um carro, depois dessa decisão, passei a encontrar as vantagens de caminhar e usar transporte público. Leia o resto deste post »

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Terráqueos, uni-vos

novembro 25, 2009

Imagem de Julien Lamarche, via Flickr. Se você tiver uma ideia melhor de bandeira pros terráqueos, manda que eu posto.

Ok, esse post promete ser polêmico, mas #vamoquevamo. Outro dia, na minha pós, um professor de ética discorria sobre o Dilema do Prisioneiro, cooperação, competição e coopetição. Falava sobre a posição da China sobre as emissões e como, em breve, o país certamente assumiria metas, já que isso era de seu interesse.

Mas a grande questão, que ele levantava, era que a Rússia estava bem quietinha. Por quê? Leia o resto deste post »

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O todo poderoso fluxo

novembro 9, 2009
Cruzamento Juscelino Kubitschek x Chedid Jafet

Cruzamento Juscelino Kubitschek x Chedid Jafet. Imagem via Google Maps.

Já falamos antes sobre como em São Paulo (e boa parte do Brasil) costuma-se investir no fluxo dos carros em detrimento à segurança das pessoas – e até da qualidade de vida. Pois mais uma prova disso chegou no meu e-mail cerca de 1 mês atrás. É um relato de um colega sobre um semáforo de pedestres que não foi ligado. Confiram a resposta que ele recebeu da prefeitura: Leia o resto deste post »

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Não sei se caso ou se compro uma bicicleta

outubro 23, 2009
Foto de Elizabeth Messina.

Foto de Elizabeth Messina.

Quer dizer, o William Cruz sabe. Ele vai juntar as duas coisas, acabar com o dilema, e casar de bike!

E o legal é que ele convidou todo mundo, todo mundo mesmo, a fazer uma procissão até o cartório. A única regra é ir de bike. Se você não tem uma, pegue emprestado na Garagem São Luis ou no Conjunto Nacional (ou qualquer outro ponto do UseBike).

Eu estarei lá. E, claro, cycle chic. Afinal, casamento vale o esforço extra.

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Ponto de encontro

Praça do Ciclista, às 9h, com saída às 9h30. Leia o resto deste post »

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A tecnologia irá nos salvar. NOT!

outubro 19, 2009
Foto cortesia de Bundini via Flickr

Foto cortesia de Bundini via Flickr

Se você é daqueles que crê na ciência e tecnologia para resolver nossos problemas, é melhor rever suas crenças. Não, não estou dizendo que parte da solução não passa por inovações tecnológicas. Mas o fato é que a tecnologia é só parte do mix, e eficiência sozinha não resolve nosso problema. Por quê? Existe uma coisa singela chamada “Decoupling”. Leia o resto deste post »

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Blog action day

outubro 15, 2009

Hoje é o Blog action day. É dia de se falar sobre as mudanças climáticas. Só que aqui, todo dia é dia disso. Portanto, resolvi relembrar um post mais antigo, por indicação da Claudia Chow do Ecodesenvolvimento (mentira, bateu uma preguiça da braba, e eu ainda preciso finalizar um trabalho da pós). Afinal, qual o problema do Aquecimento Global e suas simplificações? Clique e confira.