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	<title>Comentários sobre: Morrer na contramão</title>
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	<description>Idéias para um mundo melhor</description>
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		<title>Por: Capacete é coisa que colocaram na sua cabeça &#171; Quintal &#8211; Idéias para um mundo melhor</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1596</link>
		<dc:creator>Capacete é coisa que colocaram na sua cabeça &#171; Quintal &#8211; Idéias para um mundo melhor</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:09:12 +0000</pubDate>
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		<description>[...] salvar uma vida. Mas pode não fazer diferença nenhuma e normalmente não faz, como foi o caso da Márcia Prado. O João Lacerda me conta que lembra vividamente do capacete dela despedaçado. Tudo porque num [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] salvar uma vida. Mas pode não fazer diferença nenhuma e normalmente não faz, como foi o caso da Márcia Prado. O João Lacerda me conta que lembra vividamente do capacete dela despedaçado. Tudo porque num [...]</p>
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		<title>Por: Experiência de quase-morte &#171; Quintal &#8211; Idéias para um mundo melhor</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1266</link>
		<dc:creator>Experiência de quase-morte &#171; Quintal &#8211; Idéias para um mundo melhor</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 22:50:21 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Mas eu podia ter morrido. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Mas eu podia ter morrido. [...]</p>
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		<title>Por: Vitor Leal</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1091</link>
		<dc:creator>Vitor Leal</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 00:34:21 +0000</pubDate>
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		<description>Juliana, andar no centro de SP à noite é relativamente seguro. Sabia que é um dos menores índices de assalto? A grande questão é que é claro que assumimos um risco ao fazer isso, mas ao não fazê-lo, assumimos outro risco: o de perder a cidade. A única maneira de mudar as coisas é agindo. Ficar em casa e esperar os outros resolverem nossos problemas não funciona. Você não está errada, mas acho que a passividade só piora os problemas. Se todos fizessem algo, ninguém se arriscaria tanto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Juliana, andar no centro de SP à noite é relativamente seguro. Sabia que é um dos menores índices de assalto? A grande questão é que é claro que assumimos um risco ao fazer isso, mas ao não fazê-lo, assumimos outro risco: o de perder a cidade. A única maneira de mudar as coisas é agindo. Ficar em casa e esperar os outros resolverem nossos problemas não funciona. Você não está errada, mas acho que a passividade só piora os problemas. Se todos fizessem algo, ninguém se arriscaria tanto.</p>
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		<title>Por: Juliana Souza</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1090</link>
		<dc:creator>Juliana Souza</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 21:07:50 +0000</pubDate>
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		<description>O risco de andar de bicicleta em avenidas como a Paulista é o mesmo de andar no centro da cidade à noite ou de madrugada. Todos temos direito a isso. Fato. Mas temos de arcar com as consequências de um ato extremamente perigoso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O risco de andar de bicicleta em avenidas como a Paulista é o mesmo de andar no centro da cidade à noite ou de madrugada. Todos temos direito a isso. Fato. Mas temos de arcar com as consequências de um ato extremamente perigoso.</p>
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		<title>Por: Luis Marcelo</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1072</link>
		<dc:creator>Luis Marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 00:03:10 +0000</pubDate>
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		<description>triste</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>triste</p>
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	<item>
		<title>Por: Venturini</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1070</link>
		<dc:creator>Venturini</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 20:16:39 +0000</pubDate>
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		<description>Olá a todos!
É com muita tristeza que digo que eu estava lá, um tempo depois do acidente... Não conhecia a Márcia pessoalmente, mas como ser humano, e como ciclista, expresso minha solidariedade à família e irmãos de pedal por essa perda.
Jamais vou esquecer a cena: o corpo coberto, silente, e a bicicleta apoiada pelo pezinho, de pé, fiel como um cão guardando sua dona... Ali morreu um pouco de mim também, pois sei que apesar de todo nosso cuidado e atenção no trânsito, jamais poderemos garantir que terceiros tenham alteridade o suficiente para serem cautelosos também.
É uma batalha hercúlea a nossa, mas é também digna, humana e ouso dizer, muito à frente de nosso tempo, tão cheio de individualismo.
Parece que, como é o costume por essas bandas, a pedra de toque de mudanças são as tragédias, a despeito das vozes que clamam alertando.
Sou ciclista também, mais um ciclista urbano, que vê em sua bike uma amiga, o principal (senão o único) transporte numa selva de asfalto e concreto. Pergunte a qualquer dos ciclistas aqui que a utilizam de maneira diária, e perceber-se-á o consenso de opiniões sobre as dificuldades, perigos, macetes e experiências sobre duas rodas. 
É necessário que não nos calemos, mas sim avancemos pacificamente, de posse de nossa palavra de ordem: respeito. Não pretendo disseminar o ódio, ou a aversão aos motoristas - vez que também possuo CNH - mas sim a conscientização sistemática de nossa realidade, de maneira pacífica, organizada e perseverante, como sempre agimos.

O capacete dela era vermelho? O meu é azul. Ambos são excluídos, pela nossa legislação como equipamento obrigatório. 
Mas, a cada vez que afivelo meu capacete, faço uma prece rápida e silenciosa, minha proteção mais importante.
Em tempo, instalei em minha bicicleta a antena para cortar linhas de pipa, a mesma que os motoboys usam. Peço que pensem na possibilidade de instalar uma em suas biciletas também...
Acredito que todos nós ciclistas deveríamos estudar o Código de Trânsito, até para podermos reclamar nossas direitos de maneira embasada.

Despertemos o sentimento de respeito ao próximo, nós que estamos na vanguarda dessa jornada!
Acredito em nossa causa, acredito nas pessoas, mas não fecho os olhos para as dificuldades. Ainda assim, sigo em frente, pedalando, fazendo silenciosamente a minha parte.
Abraços a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos!<br />
É com muita tristeza que digo que eu estava lá, um tempo depois do acidente&#8230; Não conhecia a Márcia pessoalmente, mas como ser humano, e como ciclista, expresso minha solidariedade à família e irmãos de pedal por essa perda.<br />
Jamais vou esquecer a cena: o corpo coberto, silente, e a bicicleta apoiada pelo pezinho, de pé, fiel como um cão guardando sua dona&#8230; Ali morreu um pouco de mim também, pois sei que apesar de todo nosso cuidado e atenção no trânsito, jamais poderemos garantir que terceiros tenham alteridade o suficiente para serem cautelosos também.<br />
É uma batalha hercúlea a nossa, mas é também digna, humana e ouso dizer, muito à frente de nosso tempo, tão cheio de individualismo.<br />
Parece que, como é o costume por essas bandas, a pedra de toque de mudanças são as tragédias, a despeito das vozes que clamam alertando.<br />
Sou ciclista também, mais um ciclista urbano, que vê em sua bike uma amiga, o principal (senão o único) transporte numa selva de asfalto e concreto. Pergunte a qualquer dos ciclistas aqui que a utilizam de maneira diária, e perceber-se-á o consenso de opiniões sobre as dificuldades, perigos, macetes e experiências sobre duas rodas.<br />
É necessário que não nos calemos, mas sim avancemos pacificamente, de posse de nossa palavra de ordem: respeito. Não pretendo disseminar o ódio, ou a aversão aos motoristas &#8211; vez que também possuo CNH &#8211; mas sim a conscientização sistemática de nossa realidade, de maneira pacífica, organizada e perseverante, como sempre agimos.</p>
<p>O capacete dela era vermelho? O meu é azul. Ambos são excluídos, pela nossa legislação como equipamento obrigatório.<br />
Mas, a cada vez que afivelo meu capacete, faço uma prece rápida e silenciosa, minha proteção mais importante.<br />
Em tempo, instalei em minha bicicleta a antena para cortar linhas de pipa, a mesma que os motoboys usam. Peço que pensem na possibilidade de instalar uma em suas biciletas também&#8230;<br />
Acredito que todos nós ciclistas deveríamos estudar o Código de Trânsito, até para podermos reclamar nossas direitos de maneira embasada.</p>
<p>Despertemos o sentimento de respeito ao próximo, nós que estamos na vanguarda dessa jornada!<br />
Acredito em nossa causa, acredito nas pessoas, mas não fecho os olhos para as dificuldades. Ainda assim, sigo em frente, pedalando, fazendo silenciosamente a minha parte.<br />
Abraços a todos.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Newton Granado</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1064</link>
		<dc:creator>Newton Granado</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 14:31:44 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não vou me intimidar!!!!
Eu não vou ter medo!!!!
Eu não vou parar de andar de bike em SP!!!
Eu não vou desistir!!!
Que a morte de nossa companheira sirva de estímulo para todos aqueles que dexam suas bikes em casa, paradas...
Um abraço
Newton Granado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não vou me intimidar!!!!<br />
Eu não vou ter medo!!!!<br />
Eu não vou parar de andar de bike em SP!!!<br />
Eu não vou desistir!!!<br />
Que a morte de nossa companheira sirva de estímulo para todos aqueles que dexam suas bikes em casa, paradas&#8230;<br />
Um abraço<br />
Newton Granado</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Vitor Leal</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1063</link>
		<dc:creator>Vitor Leal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 14:28:12 +0000</pubDate>
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		<description>@Rui Nelson. Pelo contrário, o trânsito está ficando menos violento na cidade. Mas coisas assim ainda acontecem. Se desistirmos e pararmos, nunca poderemos mudar esse quadro. Continuemos. Venha conosco hoje, às 18h, na praça do ciclista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Rui Nelson. Pelo contrário, o trânsito está ficando menos violento na cidade. Mas coisas assim ainda acontecem. Se desistirmos e pararmos, nunca poderemos mudar esse quadro. Continuemos. Venha conosco hoje, às 18h, na praça do ciclista.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Nelson</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1062</link>
		<dc:creator>Rui Nelson</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 14:19:45 +0000</pubDate>
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		<description>Há algum tempo atrás eu andava muito de bicicleta pelas ruas. Hoje em dia já não me arrisco pois o trânsito está muito violento e as pessoas estão perdendo o respeito à vida alheia.
Lamento pela morte da Márcia.

Abraço,
Rui Nelson</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás eu andava muito de bicicleta pelas ruas. Hoje em dia já não me arrisco pois o trânsito está muito violento e as pessoas estão perdendo o respeito à vida alheia.<br />
Lamento pela morte da Márcia.</p>
<p>Abraço,<br />
Rui Nelson</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: nighto.net » Morrer na contramão</title>
		<link>http://nossoquintal.org/2009/01/15/morrer-na-contramao/#comment-1056</link>
		<dc:creator>nighto.net » Morrer na contramão</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 04:11:40 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Repost do Nosso Quintal. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Repost do Nosso Quintal. [...]</p>
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