
Cidades Humanas
março 12, 2010O Apocalipse Motorizado realizou uma ótima série de posts sobre cidades humanas, contrapondo a cinzenta capital paulista a Santiago, no Chile.
Veja abaixo um trecho do primeiro post, que fala sobre como o espaço público é tratado na capital chilena.
PS. Como eu disse, estarei um pouco ausente até o fim do mês. Mas se você seguir o Twitter do @quintal, sempre coloco alguma coisa interessante por lá.
Há pelo menos uma década a cidade de São Paulo começou a remover os bancos de suas praças e parques. Mais recentemente, alguns poucos assentos começaram a ser instalados novamente: sem encostos, feitos de concreto, com separações que não permitem deitar-se, propositalmente desconfortáveis.
No discurso higienista vigente, bancos de praça transformam os espaços públicos em regiões cheias de moradores de rua, “drogados” ou deliquentes. No ditado popular, para se livrar da sujeira, joga-se a água da bacia com a criança dentro.
Confira também:
Um posto de gasolina em Santiago
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
Vale também lembrar alguns posts sobre o assunto aqui no Quintal:




E a primeira que vejo com corrente…
Tb tive de falar dessa (e de outras) viagens q o Luddista fez. Ele sempre volta com mta coisa boa.
Ah… nem citei o link de onde eu falei. Se quiser, está aqui: http://incautosdoontem.opsblog.org/2010/02/27/bons-exemplos/
Olá!
Faço parte da IM Magazine, uma revista online que divulga o Melhor que se Faz no Mundo para um Mundo Melhor. A IM Magazine tem uma plataforma que reune blogs em sintonia com o espírito da revista (http://immagazine.sapo.pt/pt/blog/). Enquanto navegava pela internet encontrei o seu blog que me parece enquadrar-se neste espirito. Deixo assim o convite para se inscrever (aqui: http://immagazine.sapo.pt/pt/blogs/) a fim de vir a integrar a nossa PLATAFORMA DE BLOGS.
Um abraço,
Ana Mina
IM Magazine
http://immagazine.sapo.pt/pt/home/
[...] se a gente não tem tempo, se não tem espaços públicos de vivência. Aqui vai uma teoria minha, livremente baseada no empirismo: o Rio é mais sociável e desencanado (oras, no Rio nem se usa essa palavra) do que Sampa porque [...]