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Resposta ao Bicho-preguiça

outubro 22, 2010

Um blogueiro chamado Colin Edward Brayton, jornalista, escritor e tradutor (em suas palavras), escreveu em seu blog e citou o Quintal, além do Ecodesenvolvimento e o Sustentável é Pouco. Aparentemente, ele sugere algum tipo de Teoria da Conspiração de que nós fazemos parte, e que envolve desde a Rede Globo até o Departamento de Estado americano. Nem preciso comentar que não faz muito sentido.

Mas, como eu tentei comentar por lá e ele tem uma política de comentários bem antidemocrática, resolvi deixar minha resposta aqui, para que fique registrado o que penso sobre o assunto. Read the rest of this entry ?

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Setembro Verde na cidade – pra se engajar e se divertir

outubro 4, 2010

Eu demorei pra postar porque muita coisa estava rolando, e acabou ficando pra depois. Mas segue o texto/release criado pela Malu Villela, a mesma  que indicou esse vídeo muito bom sobre o Setembro Verde, que está na última semana (eu sei, já é Outubro também).

Com o objetivo de atrair jovens da cidade para a causa da sustentabilidade, o projeto Setembro Verde ganha corpo em sua segunda edição em São Paulo. Começou, em 2009, com o mote “Copenhagen é aqui” para trazer o debate sobre as mudanças climáticas no âmbito da conferência das cúpulas para o dia-a-dia urbano. Por trás deste projeto está um espaço cultural de todas as tribos, raças e classes sociais no centro da cidade, a Matilha Cultural. Read the rest of this entry ?

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Candidatos dão o exemplo. NOT!

setembro 30, 2010

Candidato mostra sua educação

Se você saiu de casa alguma vez nessas eleições (ao menos em São Paulo), já deve ter visto as centenas de placas dos mais diversos candidatos espalhadas pela cidade.

Já postei foto disso no Twitter, mas não to achando o link. No caso, era o Skaf a dar um olé na Lei Cidade Limpa. Depois, vieram outros candidatos com a mesma pegada. E a população começou a se revoltar, como você confere no vídeo abaixo, ou no site do Eu sujo sua cara.

Mas o ótimo “exemplo” não para por aí. Read the rest of this entry ?

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Sai do carro. Vem pra rua.

setembro 29, 2010

Denis na Califórnia

O Denis Russo Burgierman, do Sustentável é pouco, mandou um relato para a Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo) sobre sua experiência com a bike em São Paulo, desde os idos dos anos 80. Abaixo você confere um trecho. O resto, lá no site da Ciclocidade.
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Geração Perdida

setembro 28, 2010

E você,  faz parte da geração perdida? Clique para ver a tradução livre que eu fiz do texto. Read the rest of this entry ?

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Dia Mundial Sem Carro 2010

setembro 21, 2010
Dia Mundial Sem Carro 2010

Arte: Cabelo

Amanhã é o Dia Mundial Sem Carro. Como alguém – que infelizmente não lembro, mas se lembrar eu credito – comentou: para 70% da população, todo dia é dia sem carro. É, em São Paulo, por exemplo, só 30% das pessoas possuem automóvel – e nem todas se locomovem com ele. Elas usam metrô, ônibus, moto, táxi, caminham ou pedalam. Tem gente que vai de skate e patins tb. Read the rest of this entry ?

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Inclusão Digital e Governo 2.0 na Sala de Marina

setembro 17, 2010

Na quinta-feira passada, participei junto com o Denis e outros mais, do programa Sala de Marina, que visa a discutir questões presentes nas diretrizes de governo da candidata Marina Silva. Apesar de estar dentro do site da campanha, o programa tem uma levada apartidária, de debate do tema e do seu papel no futuro do país. Por isso, ele não é particularmente panfletário ou militante, muito embora, no meu caso, eu apóie a candidatura dela (vale o disclaimer, caso não tenha ficado claro). Read the rest of this entry ?

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Clima e Consumo

setembro 15, 2010

O mês de setembro é repleto de eventos ligados à sustentabilidade. Além da semana da mobilidade, que culmina no Dia Mundial Sem Carro (no dia 22), temos uma programação especial capitaneada pela Matilha Cultural. Escrevo mais nos próximos dias, mas só queria deixar o recado aqui: hoje, lá na GV, vai rolar um debate sobre Clima e Consumo. É grátis, e vale a pena dar uma conferida.

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Por um mundo mais lúdico. E mais lúcido

agosto 25, 2010
Love lane

Love Lane (foto: Panóptico)

A vida não é isso aí não. A vida é outra coisa. Acredito que viver é muito mais interessante quando a gente não se leva tão a sério. Claro que isso não significa que eu sempre saiba como, mas pequenos atos de rebeldia contra o marasmo fazem uma existência mais lúdica – e, creio, mais lúcida. Durante a Copa, um pessoal aqui de Sampa fez isso com as ruas da cidade. Outro exemplo é o garoto do vídeo logo abaixo. E você, o que está fazendo por uma vida mais lúdica?  Read the rest of this entry ?

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A história da água engarrafada

agosto 13, 2010

Do mesmo pessoal que criou o História das Coisas, confira a História da Água Engarrafada. E sim, sei que estou ausente, mas em setembro as coisas melhoram – tem o Dia Mundial Sem Carro e outras novidades.

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Espaços públicos como políticas públicas

julho 8, 2010
Vaga Viva paulistana 2009

E se todo o chão fosse verde? - Foto de @dysprosio

Já postamos aqui sobre as Vagas Vivas, que são intervenções nas ruas, que retomam o espaço urbano público perdido para os automóveis privados e os transformam, por períodos curtos de tempo, em espaços de vivência.

A ideia surgiu em São Francisco, lá em 2005 , quando um coletivo de aRtivistas chamado Rebar ocupou uma vaga na rua da cidade, colocou bancos de praça e grama e pagou o parquímetro durante todo um dia. A intenção do coletivo era repensar a cidade e como usamos os espaços públicos. Em São Francisco, por exemplo, Read the rest of this entry ?

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Mudar o mundo com uma imagem

junho 9, 2010
Green Light Go - The Birth of Cycle Chic

Foto de Mikael Colville-Andersen / Zakka

São muitas as histórias de fotos que mudaram o mundo. Dizem que o movimento ambientalista nasceu da primeira foto da Terra vista do espaço, quando as pessoas começaram a entender que estávamos em um planeta só, finito e comum.

Nem sempre é possível saber exatamente como essas imagens mudaram a história. Mas nós as temos coladas “nas paredes da memória”, retratos dos diversos zeitgeists do nosso mundo. Quem não se lembra de um avião entrando na segunda torre do World Trade Center? Ou da menina correndo, nua e queimada, fugindo do estrago de uma bomba de napalm, na Guerra do Vietnã, em 1972. Temos também aquela do chinês desafiando um canhão, no Massacre da Praça da Paz Celestial, em 1989 (Tiananmen). Só neste livro são 100 dessas fotos.

Mas uma foto muito recente teve papel muito parecido no movimento por cidades mais humanas – e mais cicláveis. Read the rest of this entry ?

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Ride a bike

maio 31, 2010

Simples e divertida animação do @flaviochan.

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Quando a hora do rush é happy hour

maio 21, 2010

Utretch, na Holanda, na hora do rush. Mas mais parece Happy Hour: ninguém parece estressado com o trânsito intenso. (via @carlosaranha).

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Ao vivo na Conferência Ethos 2010

maio 12, 2010

Se você ainda não segue o Quintal no Twitter, esse é o momento para começar: a cobertura da Conferência Internacional do Ethos 2010 está rolando por lá. Siga: @quintal (e aproveite para também seguir @99olhares, @InstitutoEthos, @clauchow, @veds e a Tag #CI2010.

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Conferência Ethos 2010

maio 6, 2010

99 olharesE daí que a Natura convidou alguns blogs para participar da Conferência Internacional do Instituto Ethos deste ano. Na correria de entregar meu TCC, acabei não comentando antes, mas aí está: o Quintal foi um dos escolhidos, ao lado de gente legal como o Denis Russo e a Claudia Chow (sério, é tão difícil não fazer uma piada infame cada vez que converso com ela!).

A ideia é que 99 pessoas, entre elas 11 blogueiros, compareçam ao evento, participem e tragam o debate, com seus insights, para a web.

A Conferência acontece de 11 a 14 de maio, então pode esperar que teremos alguns highlights por aqui e no Twitter. Se você ainda não segue, aproveite a oportunidade: @quintal.

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Em tempo: Read the rest of this entry ?

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Confie no seu próprio caminho

abril 9, 2010

Traduzo aqui um post do Colin Beavan, também conhecido como No Impact Man.

Desde o lançamento do livro e do filme No Impact Man, tive o privilégio de conversar com muitos grupos. E alguém sempre pergunta, com muita seriadade, “o que posso fazer?”. Em outras palavras, elas querem saber “como-fazer-para-salvar-o-planeta”
“Comece”, eu respondo.

E eu faço uma pausa enquanto eles esperam ansiosamente por mais instruções.

“Se você fosse simplesmente começar, sem esperar que alguém como eu o acompanhasse, o que você faria?”, eu finalmente pergunto.

Porque, ainda que eu queira ajudar e apoiar, eu não quero que as pessoas voltem ao estado letárgico por eu ter dado instruções detalhadas que não necessitem que elas se engagem. Eu confio que meus ouvintes e leitores sejam capazes de descobrir por si mesmos muito mais do que eu confio em mim para dar ideias apropriadas a eles.

Depois que eu faço essa pergunta, há uma nova pausa.

Finalmente, eu posso dizer “Procure o caminho em você mesmo. O que você gostaria de fazer?”.

E então a pessoa pode dizer “Eu gostaria de ir trabalhar de bicicleta” ou “Eu gostaria de uma campanha contra água engarrafada” ou “Eu gostaria de fazer compostagem no meu prédio” ou “Eu gostaria de dizer para as pessoas se amarem mais”.

Então eu dou risada: “Porque você me pergunta o que você deve fazer? Comece!”

A maioria de nós já sabe.

Nós sabemos. Você sabe.

Sob o manto de preocupação e desesperança e medo de fazer a coisa errada, todos temos, imbuídos em nós, a compaixão e sabedoria.

(…)

É por isso que eu tento não dar instruções: eu não quero arriscar substituir a profunda sabedoria e compaixão de outra pessoa com minhas ideias superficiais.

Poderíamos dizer que, em muitos casos, as dificuldades em que nos encontramos está em gente demais seguindo instruções. Eu não quero dar mais instruções: não há falta de instruções.

Um dia, por exemplo, uma professora levantou a mão e disse: “Eu quero ensinar as crianças a reciclar. O que eu devo fazer?”

Mas eu não sou professor. “Você é a expert aqui, não eu. Você tem muito mais do que é necessário para ensiná-las sobre reciclagem do que eu.”

O que ela precisava, o que todos precisamos, é a habilidade de confiar em nós mesmos. Aquela professora simplesmente precisava confiar que ela era suficiente, que ela tinha o necessário para começar.

Todos já possuímos o necessário para salvar o mundo dentro de nós. É só uma questão de confiar no impulso e colocar um pé em frente ao outro sem enxergar, necessariamente, o destino a que essa caminhada nos levará.

Um budista poderia dizer “Confie no seu verdadeiro eu”. Um cristão poderia dizer “O Reino dos Céus está dentro de você”. Não há necessidade para instruções. Nós todos temos um Eu verdadeiro. Todos temos o Reino dos Céus dentro de nós.

Tantos de nós tem ideias sobre como podemos ajudar nossas comunidades ou o planeta, mas nós não começamos porque estamos esperando permissão ou instruções de outra pessoa. Mas nós não precisamos de permissão. Não precisamos de instruções.

Nós podemos achar nossos próprios caminhos.

Podemos assumir responsabilidades por nós mesmos.

Podemos simplesmente começar.

Foi assim que eu comecei. E você? Como começou? Como vai começar?

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Cidades Humanas

março 12, 2010

Posto de gasolina em Santiago (foto do @luddista)

O Apocalipse Motorizado realizou uma ótima série de posts sobre cidades humanas, contrapondo a cinzenta capital paulista a Santiago, no Chile.

Veja abaixo um trecho do primeiro post, que fala sobre como o espaço público é tratado na capital chilena.

PS. Como eu disse, estarei um pouco ausente até o fim do mês. Mas se você seguir o Twitter do @quintal, sempre coloco alguma coisa interessante por lá. Read the rest of this entry ?

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E se as mudanças climáticas forem mentira?

março 8, 2010

E se for tudo mentira e nós criarmos um mundo melhor sem motivo?

Ótima sacada. Afinal, porque estamos tentando melhorar o mundo? (via No Impact Man).

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Peço desculpas pela falta de posts. Estou no últimos dias do meu TCC, e tá difícil de encontrar tempo pra escrever aqui. Mas em breve, voltaremos à programação normal.

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Carros elétricos são o futuro?

fevereiro 12, 2010
Carro elétrico na 23 de maio

23 de maio hoje. Foto do @dysprosio

Essa é São Paulo hoje. Congestionada, poluída, cheia de automóveis por todos os lados. Mas você já imaginou a Sampa de amanhã? Uma cidade em que o barulho e a poluição dos automóveis a combustão interna não existe? Onde só existem carros elétricos que não emitem poluentes no uso? Se você quer ver a Sampa dos carros elétricos, clique e leia o resto deste post. Read the rest of this entry ?

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