Archive for the ‘Pequenas idéias’ Category

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Não vivemos em Copenhague

outubro 26, 2011

Bike AnjoNum mundo ideal, o Bike Anjo não é necessário. Num mundo ideal, as ruas seriam seguras e completas: todos poderiam ir e vir sem se preocupar com os outros. Rotas de bicicleta seriam demarcadas no asfalto e nas placas. Calçadas seriam agradáveis aos pedestres e o transporte público seria eficiente, limpo e confiável.

O mundo ideal não é real. Ao menos ainda. Aliás, é tudo verdade quando dizem: não vivemos em Copenhague. Mas no passado, nem Copenhague era Copenhague. Foram necessários 30 anos de investimento na bicicleta, e políticas públicas focadas na mobilidade e que restringem o uso do automóvel para que a cidade das bicicletas se tornasse o que é.

Não somos Copenhague, mas somos muito parecidos com Bogotá. Read the rest of this entry ?

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Pelo direito de escolher

junho 29, 2011

Fight the power!

Depois do não-acidente, em que um ônibus atropelou o ciclista Antonio Bertolucci, o assunto bicicleta no trânsito ganhou um novo fôlego em São Paulo. Isso significou desde matérias muito boas sobre o assunto até aquelas que não valem nem o clique (até o Fantástico deu uma dentro, quem diria!). Para comentar sobre o assunto, Thiago Benicchio, diretor da Ciclocidade, participou do Jornal da Cultura do dia 17/6. Lá, o cientista político Carlos Novaes, disse que pedalar na rua é um “direito estúpido de ser exercido”. A frase reverberou e eu fiquei pensando: afinal, existem direitos estúpidos de se exercer? Read the rest of this entry ?

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Sobre abraços e sorrisos

fevereiro 2, 2011
Abraço

Um abraço - Foto de Librarian Avenger.

Já abraçou alguém hoje? E na última semana? Talvez o último mês? Seja sincero: não estou falando de abraços sociais, aquele com dois tapinhas nas costas e um (dois ou três, dependendo do seu estado) beijo de bochecha. Falo de abraços fortes e sinceros.

Aliás, já que eu levantei a bola, diz aí: você lembra dos melhores beijos que você já deu? Não perguntei com quem foi o beijo, mas o beijo em si, a sensação exata. Agora volte no tempo e relembre os abraços realmente verdadeiros que já recebeu. Lembra? Em quem você gostaria de dar um abraço hoje? Pense: um abraço verdadeiro. Eu me lembro com perfeição de alguns desses grandes abraços. Read the rest of this entry ?

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Ideias para São Paulo: bolsa-sono

janeiro 13, 2011

A ideia surgiu no Twitter de uma amiga, a @raquelmachado: criar o bolsa-sono. Por quê? Oras, com o advento (fala se usar a palavra advento não é muito massa?) das proibições de caminhões para não atrapalhar o trânsito na capital, a população passou a ter seu sono atrapalhado por mudanças, entregas e muito mais no período noturno. Read the rest of this entry ?

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Geração Perdida

setembro 28, 2010

E você,  faz parte da geração perdida? Clique para ver a tradução livre que eu fiz do texto. Read the rest of this entry ?

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Inclusão Digital e Governo 2.0 na Sala de Marina

setembro 17, 2010

Na quinta-feira passada, participei junto com o Denis e outros mais, do programa Sala de Marina, que visa a discutir questões presentes nas diretrizes de governo da candidata Marina Silva. Apesar de estar dentro do site da campanha, o programa tem uma levada apartidária, de debate do tema e do seu papel no futuro do país. Por isso, ele não é particularmente panfletário ou militante, muito embora, no meu caso, eu apóie a candidatura dela (vale o disclaimer, caso não tenha ficado claro). Read the rest of this entry ?

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Mudar o mundo com uma imagem

junho 9, 2010
Green Light Go - The Birth of Cycle Chic

Foto de Mikael Colville-Andersen / Zakka

São muitas as histórias de fotos que mudaram o mundo. Dizem que o movimento ambientalista nasceu da primeira foto da Terra vista do espaço, quando as pessoas começaram a entender que estávamos em um planeta só, finito e comum.

Nem sempre é possível saber exatamente como essas imagens mudaram a história. Mas nós as temos coladas “nas paredes da memória”, retratos dos diversos zeitgeists do nosso mundo. Quem não se lembra de um avião entrando na segunda torre do World Trade Center? Ou da menina correndo, nua e queimada, fugindo do estrago de uma bomba de napalm, na Guerra do Vietnã, em 1972. Temos também aquela do chinês desafiando um canhão, no Massacre da Praça da Paz Celestial, em 1989 (Tiananmen). Só neste livro são 100 dessas fotos.

Mas uma foto muito recente teve papel muito parecido no movimento por cidades mais humanas – e mais cicláveis. Read the rest of this entry ?

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